Dedicamos o último dia 27/10/10 ao ATO de protocolar uma Acão Popular por Crime de de Responsabilidade contra o governador Sergio Cabral pela sua intenção de demolir o IASERJ Central para que o INCA possa ampliar as suas instalações. Como o MUSPE ( Movimento Unificado dos Servidores Públicos) não consegue dissuadi-lo dessa idéia, nós Entidades representativas da categoria de servidores públicos e usuários do nosso hospital, resolvemos sair em campo, numa batalha desigual pra tentar estancar esse que será um verdadeiro crime contra a saúde tanto dos servidores públicos estaduais, como da população que usa os serviços médicos do IASERJ, aliás, sem que para isso seja transferido ao IASERJ nenhum tostão das verbas federais destinadas ao SUS. Paricipamos do III Encontro de Aposentados do SEPE e junto com demais companheiras lutadoras e defensoras do serviço público de qualidade conseguimos aprovar em plenária que a luta pelo IASERJ seria um eixo da pauta principal dentre as reivindicações do SEPE (Sindicato dos Profissionais de Educação) e a partir daí foi criada a Comissão de Organização da Luta em Defesa do IASERJ) - COLDI e o ATO aqui relatado foi uma das primeiras iniciativas desta Comissão.
O IASERJ vive e atende em suas 33 (trinta e três) especialidades médicas, algumas delas, se o usuário chegar bem cedinho, será atendido no mesmo dia, em outras - devido à carência de especialistas que ao ao aposentar-se ou falecer não é substitúido pela falta de concursos público - deverá ser marcada a consulta com antecedência. Além disso está em pleno funcionamento o Serviço de Análises Clínicas, de Tomografia Computadorizada, de Ultra-sonografia e tratamento Odontológico, além do tratamento de vitiligo que faz inveja a qualquer outro hospital da rede estadual.
Foram destinados ao hostipal Central do IASERJ dois aparelhos de última geração, um Ecógrafo e um Mamógrafo em solenidades, mas até agora esses aparelhos não foram entregues no IASERJ, bem como não foram contratados os técnicos que irão operá-los. Com os 10 milhões doados pela ALERJ foi feita uma manutenção na antiga Emergência, que pela falta do Centro Cirúrgico, fechado por Cabral, passou a chamar-se SPA (Serviço de Pronto Atendimento) que está todo informatizado e climatizado atendendo exclusivamente aos servidores estaduais e seus beneficiários vinte quatro horas. Foram feitas obras de recuperação na portaria de entrada principal, na recuperação de 80(oitenta) dos 300 leitos existentes e criou-se o PROMUSA (Programa de Atendimento à Saúde da Mulher), que faz em torno de 2000 (dois mil) atendimentos mês. O Servico de Medicina Física desenvolve terapias como ondas curtas, ultra-som, RPG, Quiropraxia Americana, Acupuntura e massagem, com um atendimento mês também muito significativo, atendendo de 2ª a 6ª feira em dois turnos: manhã e tarde.
Estamos programando uma atividade denominada IASERJ ESTÁ VIVO! e convidaremos a todos usuários, população em geral, servidores estaduais para irem ver tudo o que o IASERJ Central tem para oferecer a fim de mostrar que ele não pode ser demolido e incentivar a todos a se engajarem nesta luta.
sábado, 30 de outubro de 2010
Segredo de Gerson não é algo ilegal, Ale Rocha via Yahoo! Colunistas
Segredo de Gerson não é algo ilegal, Ale Rocha via Yahoo! Colunistas: "
Marca de pneus que patrocina personagem de “Passione” não quer saber de nada escabroso.
"sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A gordura boa e a gordura ruim, Dr. Alessandro Loiola via Yahoo! Colunistas
A gordura boa e a gordura ruim, Dr. Alessandro Loiola via Yahoo! Colunistas: "
As gorduras servem de base para a formação de diversos hormônios no seu corpo, inclusive os hormônios sexuais. Alguém completamente livre de colesterol seria tão dinâmico e sedutor quanto uma tartaruga com cãibra. No entanto, é preciso saber separar o joio do trigo.
"quinta-feira, 7 de outubro de 2010
SALVEM O IASERJ
Hoje, 07/10, houve reunião de diretoria na sede do SEPE e nós da COLDI ( Comissão de Organização da Luta pelo IASERJ) participamos e apresentamos as deliberações da nossa última reunião que aconteceu lá mesmo, na terça feira, dia 04/10 após a reunião dos aposentados da educação. Florinda inscreveu-se fez a sua intervenção nos INFORMES publicizando os itens que pautamos para que o SEPE abrace de uma vez por todas essa luta. Sugeriu que numa primeira reuião com o novo secretário de educação Wilson Risolia, o SEPE adote uma postura contra a concepção dele de como gerenciar a educação e questione sobre os 2% que inseriram no percentual de 11% do RIOPREVIDÊNCIA. Os jornais estamparam falas dele do tipo: " a educação é um produto que oferecemos aos alunos", "penso em educação como um negócio", diz que a gratificação Nova Escola implantada pelo governo de Garotinho era uma boa idéia, mas não teve acompanhamento (Follow up). Aí ele pecou. O Nova Escola servia para trocar seis por meia dúzia pois enquanto existia, os professores não tiveram nenhum reajuste geral como manda a Constituição. E quando o professor falecia na ativa, a Nova Escola não entrava no cálculo da pensão que deixava para seus beneficiários, somente se já fosse inativo, porque no cálculo da aposentadoria já tinha sido incorporada.
Além disso, após muita luta da categoria o SEPE conseguiu dobrar Sérgio Cabral para cumprir a promessa de campanha de incorporar a Nova Escola com o professor ainda na ativa, só que essa incorporação só será integral em 2014, porque o fez parcelada até lá. Interessante a comparação que fez com um salário de professor de 700 reais dando 12 horas aula por semana com outro trabalhador de jornada igual, sem levar em conta o quanto o professor tem que estudar, pesquisar, preparar suas aulas, além do desgaste inerente à profissão porque neurônios gastos são irrecuperáveis, não são como o desgaste físico que o trabalhador chega em casa toma um banho, dorme e no dia seguinte está pronto pra outra. Ele conclui que, se não encontrar na educação as qualificações para resolver os desafios vai ter que suprir, em outras palavras, vai trazer gente de fora, tecnocratas, meritrocratas e privacionistas como ele. Quem viver verá.
Diamante negro, Fabiana Cozza via Yahoo! Colunistas
Diamante negro, Fabiana Cozza via Yahoo! Colunistas: "
“Ele é o Louis Armstrong brasileiro”, sentenciou o “negro gato” Luiz Melodia ao ouvi-lo pela primeira vez. O dono da voz nasceu no Garcia, bairro boêmio da antiga Salvador. Chama-se Aloisio Menezes.
"sábado, 20 de junho de 2009
RELATÓRIO DA II CONFERÊNCIA DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL
RELATÓRIO DA II CONFERÊNCIA ESTADUAL DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL
Realizada no Rio de Janeiro, no Hotel Rio’s Presidente no período de 06 a 08/06/2009
A etapa das Conferências Municipais sofreu muitas alterações nas datas de realização e, com a de São Gonçalo não foi diferente. Inicialmente marcada para acontecer no dia 25/04/09, foi acontecer somente em 08/05/09, na mesma data da do Município do Rio de Janeiro. Não pude participar de nenhuma das duas, tendo em vista que já havia assumido outro compromisso, de ordem familiar e que não foi possível adiar. Assim sendo, a companheira Idméia, do Fórum de Mulheres de Itaboraí, que se diz fundadora do Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, participando com a sua Entidade, a Associação de Mulheres Evangélicas (AME) participou da Conferência Municipal de São Gonçalo.
Idméia esteve em minha casa, dias após a Conferência Municipal de São Gonçalo, afirmando que havia garantido uma vaga de delegada, para o FEMNegras e que, ela iria disputar ainda, na Conferência Municipal de Itaboraí, mais outra vaga lá, naquele Município, e que, assim sendo, passaria a representação de São Gonçalo para mim, como moradora do Município e membro do FEMNegras, para representá-lo na Conferência Estadual. Com base nesta informação, telefonei para Fátima (Conselho Estadual dos Diretos do Negro - CONEDINE), que fez parte da Comissão de Organização da Conferência Estadual, e ela orientou-me para entrar em contato com Aduni Benton, que era a Coordenadora Geral da Conferência Estadual. Aduni Benton recomendou meu nome ao Luiz Eduardo, Coordenador da Conferência Municipal de São Gonçalo.
Idméia não conseguiu a vaga na Conferência de Itaboraí e telefonou-me dizendo que o FEMNegras tinha garantidas 2(duas) vagas de delegada, na Conferência Municipal de São Gonçalo e não apenas uma e que bastava que a Coordenação (Clátia) enviasse o documento indicando os nossos nomes com nossa documentação, para a Comissão de Organização de São Gonçalo. Telefonei para a Clátia e fiz a solicitação do envio do documento, passando-lhe meus dados e de Idméia e este documento foi enviado por e-mail para a Idméia, que ficou de entregar em mãos, na Organização de São Gonçalo, para formalizar as nossas indicações.
Cheguei às 14:30 horas no local do credenciamento e verifiquei que nossos nomes não constavam da lista de delegadas do Município de São Gonçalo e questionei com a Fátima, que aconselhou a que me dirigisse ao Amaral. Falei com ele que mandou a recepcionista acrescentar meu nome numa determinada lista e me deu a bolsa com o material e o crachá de “conferencista”, ou seja, de delegada, indicando-me que deveria ir à portaria do hotel para me cadastrar e receber a chave do quarto onde ficaria hospedada. Ao tentar receber a chave do quarto, não o consegui porque meu nome não constava na lista de delegados de São Gonçalo. Nesse ínterim chegou a Idméia. Relatei pra ela que o Luiz Eduardo havia dito que o FEMNegras só tinha uma vaga e que era de Suplente. Imediatamente ela foi procurá-lo e juntas questionamos o fato do FEMNegras ter representação estadual e nacional, da Idméia ter participado do processo em São Gonçalo o representando e no final não ter saído vaga de delegada para o FEMNegras. Nesse momento, outras pessoas de São Gonçalo também questionaram a respeito de seus nomes terem sido excluídos da lista de delegados e esse fato reforçou a nossa defesa. Mônica, coordenadora Estadual da UNEGRO, intercedeu, bem como Fátima. Solicitei apoio das mulheres negras que estavam lá, porém não como delegadas pelo FEMNegras, como sempre cada qual quer fortalecer politicamente suas entidades e não se inscrevem nesses eventos como membro do FEMNegras, como por exemplo Dolores, Fezinha, Mara, Maria Celsa, etc. Dolores disse que tinha duas vagas para as entidades da Religiosidade e, caso não conseguíssemos, poderia ceder uma vaga para eu ir à Brasília participar da Conferência Nacional. Conseguimos vencer no cansaço e garantir duas vagas de delegadas na Conferência Estadual, o que nos permitiu receber, já à noitinha, a chave de um apartamento para duas pessoas, porém não foi possível a vaga, pelo menos uma, para a Conferência Nacional e a Dolores não disponibilizou para o FEMNegras, uma das vagas que disse ter para as Entidades dela.
Aconteceu uma reunião de coordenadores durante a Conferência Estadual quando Clátia foi convocada e como ela não estivesse presente, a Dolores apresentou-se como Coordenação do FEMNegras, porém seu nome, não sei por qual motivo, foi recusado. Neste caso acho que deveriam ter chamado a Gloria, uma vez que ela participou da organização da Conferência Estadual, ajudando em todas as reuniões, garantindo assim, o nome da Clátia, como delegada. Mais uma vez a Gloria serviu de tarefeira. Ainda bem que preferiram deixar o lugar vazio.
Eu, Gloria e Idméia participamos do Grupo de Trabalho da Educação e Cultura onde ajudamos a formular diversas propostas nestas áreas. Encaminhei um “recurso” à mesa para que todas as delegações respeitassem, na sua composição, os recortes de gênero e geracional, conforme preceituava o Regimento Interno, no Parágrafo Único de seu Art. 19, uma vez que a delegação de S. Gonçalo tendia a desrespeitar essa orientação, pois com cinco vagas, só mandou uma representante mulher, a tal da Associação de Moradores e como representante da juventude um rapaz com mais de vinte e cinco anos.
Foi muito bom o trabalho em si e espero que aquelas pessoas que saíram como delegadas tenham a competência para levar e defender todas as propostas e questionamentos do Rio de Janeiro.
Era o que eu tinha a relatar.
São Gonçalo, 10 de junho de 2009.
Avanir Carvalho Pontes
Membro do Fórum Estadual de
Mulheres Negras do Rio de Janeiro
Realizada no Rio de Janeiro, no Hotel Rio’s Presidente no período de 06 a 08/06/2009
A etapa das Conferências Municipais sofreu muitas alterações nas datas de realização e, com a de São Gonçalo não foi diferente. Inicialmente marcada para acontecer no dia 25/04/09, foi acontecer somente em 08/05/09, na mesma data da do Município do Rio de Janeiro. Não pude participar de nenhuma das duas, tendo em vista que já havia assumido outro compromisso, de ordem familiar e que não foi possível adiar. Assim sendo, a companheira Idméia, do Fórum de Mulheres de Itaboraí, que se diz fundadora do Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro, participando com a sua Entidade, a Associação de Mulheres Evangélicas (AME) participou da Conferência Municipal de São Gonçalo.
Idméia esteve em minha casa, dias após a Conferência Municipal de São Gonçalo, afirmando que havia garantido uma vaga de delegada, para o FEMNegras e que, ela iria disputar ainda, na Conferência Municipal de Itaboraí, mais outra vaga lá, naquele Município, e que, assim sendo, passaria a representação de São Gonçalo para mim, como moradora do Município e membro do FEMNegras, para representá-lo na Conferência Estadual. Com base nesta informação, telefonei para Fátima (Conselho Estadual dos Diretos do Negro - CONEDINE), que fez parte da Comissão de Organização da Conferência Estadual, e ela orientou-me para entrar em contato com Aduni Benton, que era a Coordenadora Geral da Conferência Estadual. Aduni Benton recomendou meu nome ao Luiz Eduardo, Coordenador da Conferência Municipal de São Gonçalo.
Idméia não conseguiu a vaga na Conferência de Itaboraí e telefonou-me dizendo que o FEMNegras tinha garantidas 2(duas) vagas de delegada, na Conferência Municipal de São Gonçalo e não apenas uma e que bastava que a Coordenação (Clátia) enviasse o documento indicando os nossos nomes com nossa documentação, para a Comissão de Organização de São Gonçalo. Telefonei para a Clátia e fiz a solicitação do envio do documento, passando-lhe meus dados e de Idméia e este documento foi enviado por e-mail para a Idméia, que ficou de entregar em mãos, na Organização de São Gonçalo, para formalizar as nossas indicações.
Cheguei às 14:30 horas no local do credenciamento e verifiquei que nossos nomes não constavam da lista de delegadas do Município de São Gonçalo e questionei com a Fátima, que aconselhou a que me dirigisse ao Amaral. Falei com ele que mandou a recepcionista acrescentar meu nome numa determinada lista e me deu a bolsa com o material e o crachá de “conferencista”, ou seja, de delegada, indicando-me que deveria ir à portaria do hotel para me cadastrar e receber a chave do quarto onde ficaria hospedada. Ao tentar receber a chave do quarto, não o consegui porque meu nome não constava na lista de delegados de São Gonçalo. Nesse ínterim chegou a Idméia. Relatei pra ela que o Luiz Eduardo havia dito que o FEMNegras só tinha uma vaga e que era de Suplente. Imediatamente ela foi procurá-lo e juntas questionamos o fato do FEMNegras ter representação estadual e nacional, da Idméia ter participado do processo em São Gonçalo o representando e no final não ter saído vaga de delegada para o FEMNegras. Nesse momento, outras pessoas de São Gonçalo também questionaram a respeito de seus nomes terem sido excluídos da lista de delegados e esse fato reforçou a nossa defesa. Mônica, coordenadora Estadual da UNEGRO, intercedeu, bem como Fátima. Solicitei apoio das mulheres negras que estavam lá, porém não como delegadas pelo FEMNegras, como sempre cada qual quer fortalecer politicamente suas entidades e não se inscrevem nesses eventos como membro do FEMNegras, como por exemplo Dolores, Fezinha, Mara, Maria Celsa, etc. Dolores disse que tinha duas vagas para as entidades da Religiosidade e, caso não conseguíssemos, poderia ceder uma vaga para eu ir à Brasília participar da Conferência Nacional. Conseguimos vencer no cansaço e garantir duas vagas de delegadas na Conferência Estadual, o que nos permitiu receber, já à noitinha, a chave de um apartamento para duas pessoas, porém não foi possível a vaga, pelo menos uma, para a Conferência Nacional e a Dolores não disponibilizou para o FEMNegras, uma das vagas que disse ter para as Entidades dela.
Aconteceu uma reunião de coordenadores durante a Conferência Estadual quando Clátia foi convocada e como ela não estivesse presente, a Dolores apresentou-se como Coordenação do FEMNegras, porém seu nome, não sei por qual motivo, foi recusado. Neste caso acho que deveriam ter chamado a Gloria, uma vez que ela participou da organização da Conferência Estadual, ajudando em todas as reuniões, garantindo assim, o nome da Clátia, como delegada. Mais uma vez a Gloria serviu de tarefeira. Ainda bem que preferiram deixar o lugar vazio.
Eu, Gloria e Idméia participamos do Grupo de Trabalho da Educação e Cultura onde ajudamos a formular diversas propostas nestas áreas. Encaminhei um “recurso” à mesa para que todas as delegações respeitassem, na sua composição, os recortes de gênero e geracional, conforme preceituava o Regimento Interno, no Parágrafo Único de seu Art. 19, uma vez que a delegação de S. Gonçalo tendia a desrespeitar essa orientação, pois com cinco vagas, só mandou uma representante mulher, a tal da Associação de Moradores e como representante da juventude um rapaz com mais de vinte e cinco anos.
Foi muito bom o trabalho em si e espero que aquelas pessoas que saíram como delegadas tenham a competência para levar e defender todas as propostas e questionamentos do Rio de Janeiro.
Era o que eu tinha a relatar.
São Gonçalo, 10 de junho de 2009.
Avanir Carvalho Pontes
Membro do Fórum Estadual de
Mulheres Negras do Rio de Janeiro
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Participação na 1ª Conferência Municipal de Segurança Pública
A 1ª Conferência Municipal de Segurança Pública aconteceu nos dias 27 (abertura), 28 e 29/05/09, no Hotel Guanabara, no Rio de Janeiro, como fase eletiva e preparatória para a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (1ª CONSEG), programada para acontecer em Brasília, no mês de julho/09. Antes, ainda teremos a etapa estadual, no mês de junho/09.
Estivemos participando eu, Maria da Gloria e Mariléa. Eu e Gloria representando o Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro e Mariléa, como gestora, aliás, não entendi porque a Beth (Elizabeth Acampora, diretora da Afiaserj), fez a inscrição da Mariléa neste seguimento porque como presidente da AFIASERJ (Associação dos Funcionários do IASERJ), ela faz parte do seguimento sociedade civil. Por ter sido inscrita como gestora ela não pôde votar na indicação dos representantes da sociedade civil e dos trabalhadores em segurança pública que irão à Conferência Nacional e nem nos princípios e diretrizes que foram formulados pelos grupos que compuseram a Conferência, enfim, ela ficou só de ouvinte.
No dia 29/05 aconteceu simultaneamente a 1ª Conferência de Segurança Pública Eletiva do Centro da Cidade, promovida pela AISP para a qual nós três nos inscrevemos, mas que só Maria da Gloria e Mariléa participaram na parte da manhã, porque eu me envolvi com o processo eleitoral, fazendo campanha para alguns guardas municipais com quem travei amizade na 1ª CONSEG Municipal e para companheiros(as) meus(minhas) de luta da sociedade civil. Também me inscrevi e concorri à vaga para ir direto para a Nacional, apenas para garantir que concorresse alguém representando a mulher negra. Depois, na boca de urna conheci a Cleonice, militante do movimento de mulheres negras e que também é guarda municipal, mas já havia me comprometido com a campanha para o Monteiro antes, mas mesmo assim, ainda consegui bons votos da sociedade civil para ele e consequentemente ele conseguiu votos da guarda municipal para mim e para os(as) companheiros(as) indicados(as) por mim. O Monteiro foi eleito, representante dos trabalhadores da segurança pública, eu obtive míseros 6(seis) votos em meu nome, 5(cinco) para a Maria Celsa, 2(dois) para a Maria de Jesus, 4(quatro) para o Verton e 10(dez) para o Abilio Tozini. Valeu a experiência porque foi muito divertido garimpar votos na boca de urna.
O processo de apuração dos votos foi demorado e não houve tempo para colocar em votação as Moções, que foram devolvidas, com a sugestão de que sejam levadas para a CONSEG Estadual. Quem não vai gostar nada disso, quando souber, será o Carlos Alves, o Carlinhos Xiita do PT, porque a maioria das moções foram feitas por ele, que não pôde ficar até o final da apuração, porque tinha outro compromisso com a Entidade a qual ele pertence. Mariléa pegou de volta a que fizemos sobre o IASERJ, para apresentá-la na CONSEG Estadual.
Esta Conferência foi diferente de todas as que já participei porque não teve Regimento Interno votado e nem o colocaram na bolsa que recebemos com o caderno com os eixos temáticos, bem como o folder com os horários da programação não fizeram em número sificiente para todos os participantes, só algumas pessoas receberam. Nós três não ganhamos. O almoço foi custeado pelo próprio participante, só ofereceram o café da manhã e o coffe-break à tarde, acompanhado de um pequeno show de música popular, quando eu e Mariléa aproveitamos para dançar.
Apesar desses percalços, foi muito bom rever companheiros lutadores da sociedade civil e conhecer os trabalhadores da segurança pública municipal, além do pessoal da Comissão Organizadora, os facilitadores dos grupos, como o David que atuou no grupo do Eixo 4, cujo tema foi "Repressão Qualificada da Criminalidade" e no qual estive participando ativamente na elaboração dos princípios e das diretrizes que nortearão as ações da Política Nacional de Segurança Pública.
Os certificados não foram entregues, pelo que eu soube a Prefeitura irá nos comunicar quando eles estiverem disponíveis para que possamos ir buscá-los.
Nós três fomos as últimas participantes a deixar o Hotel Guanabara e o fizemos levando cada qual um buquê de flores que tiramos dos arranjos da mesa porque elas seriam jogadas fora e eram tão bonitas.........
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